| Mudar é... |
| Data: 03/03/2011 |
| "O homem está criando um tempo mais rápido que o próprio tempo". Pensando nisso, de tempos em tempos somos chamados à renovação, renovação de atitudes, de comportamentos, de planos de trabalho. Parece existir uma vontade generalizada de mudar, de acertar, de realizar-se. O desejo de mudar, que é inerente ao homem, parece tornar-se mais forte no momento em que novos planos de trabalho, anunciam uma nova jornada. Os dirigentes acreditam que esta etapa será melhor que as anteriores; o técnico dispõe-se a ser mais bem sucedido. Todos prometem a si mesmos que farão um esforço maior para obter resultados mais compensadores, reiniciando uma reformulação do seu trabalho, a fim de torná-lo mais adequado às aspirações daqueles que estão comprometidos com a educação do homem de hoje. Mas, se por um lado, se respira uma atmosfera de mudança, por outro, é preciso que todos estejam atentos às pessoas ou grupos de pessoas que resistem às mudanças, que se negam a perceber o movimento das águas. Confúcio já disse certa vez. "Nunca as mesmas águas, nunca as mesmas flores. Sempre a primavera". A mudança de que se fala não se confunde com o modismo. Mudar significa, antes de tudo, ser capaz de vislumbrar novas perspectivas, novas possibilidades. Mudar significa desenvolver em si e nos outros a convicção de que as atitudes ensinam mais que as palavras. Mudar significa dar-se conta de que a razão de ser qualquer organização e estimular o pensamento e não forjar copiadores. Mudar significa, enfim, dar asas à imaginação, lugar onde o homem se reconhece e procura-se explicar. Toda mudança implica no exercício da imaginação e, por isso, estamos aqui. Autor: Vanda |
domingo, 6 de março de 2011
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